“acordei com suas palmas de visita pedindo
café e amor. podia eu muito bem acordar assim todo dia. te dou o alvará de
entrada no meu cantinho, te faço entender as regras da casa. Por favor! sorriso
na cara, cara com música, música sentida, sentidos aflorados. em nós. todo dia
te deixo conhecer um pouquinho do meu. do que é meu. jogo fora aquele velho
relógio de parede pra não ter outra noção de tempo, se não a do sol, da lua. e
junto com o relógio jogo a desesperança de um futuro bom. pode ficar a vontade
que o cantinho que era meu, agora é nosso. tudo nosso.”
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